SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

CNPJ/MF nº 60.517.984/0001-04
Fundação: 25 de janeiro de 1930
Apelidos: O Mais Querido, Clube da Fé, SPFC, Tricolor Paulista.
Esquadrão de Aço (30-35), Tigres da Floresta (30-35), Rolo Compressor (38-39, 43-49), Tricolor do Canindé (44-56), Rei da Brasilidade (50-60), Tricolor do Morumbi (60-), Máquina Tricolor (80/81), Tricolaço (80/81), Menudos do Morumbi (85-89), Máquina Mortífera (92/93), Expressinho Tricolor (94), Time de Guerreiros (2005), Soberano (2008), Jason (08-09), Exército da Salvação (2017), O Mais Popular (2023), Campeão de Tudo (2024).
Mascote: São Paulo, o santo.
Lema: Pro São Paulo FC Fiant Eximia (Em prol do São Paulo FC façam o melhor).
Endereço: Pr. Roberto Gomes Pedrosa, 1. Morumbi; São Paulo - SP. CEP: 05653-070.
Site Oficial: www.saopaulofc.net
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Rogério Ceni: 20 anos - Parte II

No Morumbi, Ceni recebe placa e carta do presidente

Juvenal Juvêncio fez questão de prestar sua homenagem ao goleiro, que completará 20 anos de São Paulo

Kaue Freitas - 6/9/2010

No anúncio da parceria com o Banco BMG, o São Paulo homenageou o goleiro Rogério Ceni, que completará 20 anos de clube nesta terça-feira, dia 7 de setembro. Durante a cerimônia, o camisa 1 do Tricolor foi presenteado com uma placa de agradecimento por todos estes anos de serviços prestados ao São Paulo.

Além disso, Rogério Ceni recebeu uma carta do presidente Juvenal Juvêncio. Por conta de outros compromissos, o presidente não pode comparecer ao evento. Em seu lugar, Adalberto Baptista, diretor de marketing do clube, leu toda a homenagem ao goleiro. (veja abaixo a carta na íntegra)

"Agradeço ao São Paulo por esta homenagem, pois o clube é a extensão da minha vida. São 20 anos de trabalho, que eu sempre fiz com muito carinho. Tudo que conquistei na minha vida eu devo ao São Paulo", ressaltou o goleiro, que já disputou 924 partidas com a camisa são-paulina.

Nesta terça-feira, o goleiro Rrogério Ceni completará 20 anos defendendo as cores do São Paulo


Foto: Rubens Chiri. Acabamento: Guedex


Confira a carta escrita pelo presidente Juvenal Juvêncio:

Prezado Senhor Rogério Ceni

Capitão da Equipe de Futebol Profissional do São Paulo Futebol Clube

Permita-me dirigir singelas palavras, o que faço, em nome do São Paulo Futebol Clube na condição de Presidente, assim como o faço em meu nome pessoal.

Disse o Poeta Vinícius de Morais que "a vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida". Há 20 anos, Rogério Ceni encontrou em seu caminho a Gloriosa História do São Paulo Futebol Clube.

Naquele momento, a ninguém seria dado imaginar que as correntezas dessas duas Histórias iriam confluir de forma tão singela, que, pelas próximas décadas, iriam se tornar um único caminhar, percorrido em uníssono pelo Homem e pelo Clube, com tamanha harmonia a ponto de poder se dizer ser esse um único afluente.

Nesses 20 anos, Rogério Ceni soube percorrer todas as etapas comuns à vida profissional de um atleta de futebol.

Soube chegar e superar as agruras daqueles que sofrem pela falta do aconchego da cidade do interior e estranham a frieza da cidade grande.

Soube esperar seu momento, absorvendo com intensidade os ensinamentos dos mais velhos, como que antevendo o quanto essas lições lhe seriam úteis quando fosse chegada sua hora de brilhar.

Soube passar pelos momentos difíceis com a resignação dos esportistas e o inconformismo dos vencedores. Constitui família, com sua esposa Sandra e teve suas lindas gêmeas: Beatriz e Clara.

Mais do que tudo, Rogério Ceni soube amar. Amar tanto o São Paulo Futebol Clube a ponto de ser reconhecido pelos milhões de torcedores como sendo um deles dentro do campo. Dessa gente que sofrida, que vem de longe e dedica ao Clube horas do seu lazer e o sacrifício dos abnegados, Rogério Ceni recebe o carinho que somente dispensariam àqueles nos quais reconhecessem a coincidência do igual amor.

Quis o destino, que é justo e sempre sabe recompensar os apaixonados, que Rogério Ceni tivesse tido a oportunidade de vencer no São Paulo Futebol Clube. Vencer já na condição de Capitão, líder respeitado e querido pelos colegas, técnicos, dirigentes e funcionários do Clube.

Campeonatos Paulistas, Brasileiros, Libertadores, Mundial de Clubes. Rogério Ceni ganhou tudo no São Paulo. Fez História e bateu recordes. Fez, até hoje, 90 gols, todos eles com a camisa do São Paulo Futebol Clube. Todos eles como goleiro. Criou uma marca própria, na forma do alarido que se ouve nos estádios do Brasil e do Mundo quando aquela figura com trajes diferentes dos demais e que estaria ali só para defender, sai correndo da sua meta e atravessa o campo para cobrar uma falta ou um pênalti. Tornou-se, então, o maior goleiro artilheiro do Mundo, levou, com suas façanhas, o nome do São Paulo Futebol com destaque no Brasil e no Exterior.

E mesmo que nesse momento seja a oportunidade de relembrar o que já conquistou, Rogério Ceni, após 20 anos de São Paulo Futebol Clube, ainda tem muito a fazer. Rogério Ceni ainda quer mais. E não duvidemos que muito mais ainda irá conseguir. Até porque, cada vitória só fez aumentar sua obsessão por mais títulos, por mais conquistas, por mais outras vitórias que certamente virão.

Rogério Ceni é como o São Paulo Futebol Clube, obcecado pela vitória, inconformado e insatisfeito com tudo que seja menos do que o melhor, a excelência, o próximo passo rumo a um novo objetivo ainda mais grandioso do que o anterior.

Por isso tudo, Rogério Ceni, o São Paulo Futebol Clube está honrado por ter, nesses últimos 20 anos, podido contar com seus serviços, com sua dedicação, com seu profissionalismo e, sem que nenhuma contradição, com o seu amor.

Certamente, a História de Rogério Ceni, que há 20 anos chegou de Sinop, hoje se confunde e é uma das páginas mais brilhantes da Gloriosa História do São Paulo Futebol Clube.

Que seja assim por mais outras tantas décadas, que Rogério Ceni e São Paulo Futebol Clube continuem vivendo esse encontro abençoado e sigam juntos por um caminho comum, uma trilha de glórias e vitórias motivadas pelo carinho, pelo respeito, pela admiração recíproca, enfim, pelo amor.

Atenciosamente,



JUVENAL JUVÊNCIO

PRESIDENTE


sábado, 14 de agosto de 2010

Homenagem à Força Expedicionária Brasileira


Ilustração criada pelo atelier Sylvio para a Revista Arakan (então revista do SPFC nos anos 40). Posteriormente também virou mosaico do Grêmio Sampaulino - Torcida Uniformizada do São Paulo.

Maiores detalhes sobre a FEB: Força Expedicionária Brasileira.


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Préstimos a Firmo de Mello

Falece Firmo de Mello

Funcionário do clube por 44 anos e ex-treinador das categorias de base não resistiu a um câncer no rim

Do site oficial - 6/8/2009

O São Paulo Futebol Clube lamenta informar o falecimento de Firmo de Mello, funcionário do clube entre 1942 e 1986. Contratado pelo Tricolor aos 12 anos de idade, seu Firmo passou por várias carreiras dentro São Paulo (foi de office boy a treinador das categorias de base), e orgulhou o clube com seus serviços durante 44 anos.

Na manhã desta quinta-feira, aos 79 anos, seu Firmo foi vítima de um câncer no rim. Deixa esposa, dona Dagmar Finigaglia de Mello, e filho, Victor. O sepultamento será realizado no cemitério Getsêmani, próximo ao estádio do Morumbi.

Em fevereiro deste ano, seu Firmo visitou o Centro de Treinamento da Barra Funda, onde esteve apenas três vezes, sendo duas no encontro de ex-atletas. Na ocasião, contou um pouco sobre sua trajetória no clube.

"Eu cheguei ao São Paulo como office boy e tenho o orgulho de contar que consegui me credenciar para ser chefe da tesouraria. Fui ainda diretor adjunto e acabei indo para o futebol, onde treinei por muitos anos as categorias de base", contou.

Ao contrário do que acontece atualmente, com o São Paulo contando com o moderno e completo Centro de Formação de Atletas Laudo Natel, os treinamentos das categorias de base daquela época aconteciam em campos bem mais simples.

"Treinávamos no Bom Retiro, que naquela época ainda era uma várzea paulistana. Depois fomos para um campo próximo ao local onde hoje fica o Anhembi, que já era mais completo, com vestiários e tudo mais. Passamos por muitos campos e diferentes locais de treinamento", recordou o ex-treinador, que ficou muito feliz com a visita ao CT.

"Foi um dia muito especial para mim. Fiquei muito contente por tudo que vivi hoje. Agora tenho ainda mais lembranças do São Paulo", completou Firmo, que durante sua visita foi recebido pelo diretor de futebol, João Paulo de Jesus Lopes e pelo superintendente Marco Aurélio Cunha.

Marco Aurélio Cunha, lamentou muito a perda do ex-treinador e lembrou de seu início no São Paulo, quando trabalhou com seu Firmo.

"Foi o meu primeiro treinador quando eu iniciei como médico das categorias de base em 1979. Ele me ensinou a entender a alma dos jogadores, a entender o futebol como deve ser feito, com sensibilidade e com coragem. Tinha palavras certas na hora certa, nunca foi um treinador de esquemas, mas foi de compreender a essência do jogador. Sabia como ninguém detectar um talento. Com certeza, apostou em mim também."

Marco Aurélio Cunha, Firmo de Melo, João Paulo e Jesus Lopes e Victor, filho de Firmo
www.saopaulofc.net


Matéria com seu Firmo na Revista Oficial do São Paulo, edição de número 20

Veja a entrevista que Marco Aurélio Cunha fez com seu Firmo de Melo em fevereiro

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Exposição Ao Tricolor Paulista


Exposição Ao Tricolor Paulista

De Club Athlético Paulistano e Revista CAP, de maio de 2009.

Os torcedores do São Paulo não podem ficar de fora deste evento. A exposição Ao Tricolor Paulista traz quadros em homenagem ao São Paulo Futebol Clube e marca também a retomada do futebol como tema principal da obra da artista Lya Paes de Barros do Amaral Souza.

Ela se destaca ao retratar o esporte bretão de maneira singular e original. Depois de mais de dez anos dedicados à formação e clínica psicanalítica, Lya apresenta no Paulistano os resultados do trabalho de pouco mais de dois anos que a reconduziu à pintura em 2007.

Abertura: 16/4, quinta-feira, 20h
Mostra: 17 a 19/4 (Ou seja, já encerrada)
Horário: 15h às 21h
Local: sala de artes plásticas


Fica como registro, espero um dia ter fotos das pinturas - ao menos algumas. O interessante mesmo é notar/enfatizar que a relação Paulistano - São Paulo não somente perdura mesmo depois da dissidência de muitos de seus sócios e dirigentes para a fundação do Tricolor, como é de fato bem estreita.

sábado, 18 de abril de 2009

Você, capitão!

Seja um capitão tricolor neste domingo

Torcedores receberão braçadeiras de capitão para liderar o time das arquibancadas
Comunicação (Site Oficial) - 17/4/2009 

O São Paulo Futebol Clube convoca o torcedor a assumir a braçadeira de capitão do Tricolor na partida deste domingo (19), às 16h, contra o Corinthians. Com o ídolo Rogério Ceni temporariamente fora de combate, é hora de a nação tricolor comandar o time das arquibancadas.

Torcedor assume a braçadeira de capitão neste domingo

Foram confeccionadas cerca de 60.000 faixas adesivas, que serão distribuídas aos tricolores na entrada do Morumbi. A ação foi idealizada pela Diretoria de Comunicação do São Paulo Futebol Clube, com o apoio do Departamento de Marketing e da LG Electronics. Agora, o imenso público tricolor aguardado para o clássico tem um motivo a mais pra fazer a festa nas arquibancadas do gigante tricolor.

"Tudo que for feito para homenagear o Rogério Ceni é bem vindo, ele é uma referência para todos os são-paulinos. Essa homenagem vai ser legal porque dá um estímulo extra ao torcedor pra nos empurrar no jogo", apóia o técnico Muricy Ramalho.

Os são-paulinos já esgotaram as arquibancadas azul e laranja e as cadeiras especiais (vendidas pela internet) para a semifinal de domingo. Do anel superior, restam apenas ingressos para a arquibancada amarela. Há ingressos para todos os demais setores.

Compre seu ingresso e receba, na entrada do Morumbi, sua faixa de capitão. Preste sua homenagem e lidere o time em mais um jogo decisivo para o Tricolor!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Adeus, Marcelo Portugal Gouvêa


Autor: Queco, para a SPNet.

Foi um baque daqueles. Ainda que internado há quase um mês em regime de UTI, todos acreditavam que haveria uma pronta recuperação. Marcelo Portugal Gouvêa, todavia, não resistiu e deixou-nos, a todos nos são-paulinos em luto, no dia de sábado, 29.

Não só tricolores lamentam seu falecimento. Uma unânimidade quase inacreditável ronda a estima e o caráter de Marcelo. Uma grande lástima para todo o futebol brasileiro.

Abaixo, deixo alguns relatos e notícias de gente mais capacitada para descrevê-lo:


Falece Marcelo Portugal Gouvêa
Presidente do tri mundial falece em São Paulo, enterro será às 15h00
Do Site Oficial - 30/11/2008

O São Paulo Futebol Clube comunica com o mais profundo pesar e saudade o falecimento do ex-presidente Marcelo Figueiredo Portugal Gouvêa, um dos mais respeitáveis, vitoriosos e carismáticos dirigentes do futebol brasileiro.

O ex-presidente faleceu na noite deste sábado, aos 70 anos. Sofrendo de insuficiência cardíaca, foi submetido a uma cirurgia para a colocação de ponte de safena no mês passado, encontrando-se desde então na UTI do hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

O velório acontece na capela do Hospital, seguido do enterro, no Cemitério São Paulo, às 15h00.

O São Paulo FC manifesta sua solidariedade à família, e enaltece a dedicação deste que foi um Presidente generoso, apaixonado e competente, que levou o clube a algumas de suas mais importantes glórias.

Querido por toda a nação tricolor, será para sempre lembrado como um dos maiores presidentes da História do São Paulo FC.

Homenagem

O diretor da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Virgilio Elísio, informou que todos os jogos da 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, neste domingo, terão um minuto de silêncio respeitado em homenagem ao dirigente.

História

Marcelo Portugal Gouvêa é o presidente do tri mundial. Foi eleito em 2002 para um mandato biênio. Reeleito em 2004, esteve à frente do Clube até 2006 e teve presença marcante e direta nas conquistas do Campeonato Paulista (2005), Copa Libertadores da América (2005), Mundial Interclubes (2005), além de fazer parte da diretoria nas conquistas dos Campeonatos Brasileiros de 2006 e 2007.

Sua gestão foi marcada pela ampla reestruturação do clube, garantindo a revitalização e modernização da área social e do Estádio do Morumbi. Em 2003 inaugurou o REFFIS, referência mundial na medicina esportiva de reabilitação e fisioterapia.

Inaugurou também o CFA, Centro de Formação de Atletas Presidente Laudo Natel, em Cotia, modelo internacional de excelência no cuidado com as categorias de base.

Atualmente ocupava a Diretoria de Planejamento do clube.

Marcelo Figueiredo Portugal Gouvêa
(02 de março de 1938 - 29 de novembro de 2008)

Advogado
Sócio número 340 - desde 05/08/66
Conselheiro eleito em 25/04/1970 - 30/04/80
Conselheiro eleito em 03/11/1981 - 30/04/88
Diretor Administrativo - 22/04/84 até 30/04/88
Membro da comissão de reforma estatutária entre 06/05/86 e 30/04/1990
Membro da comissão de sindicância entre 09/06/87 e 16/05/89
Diretor de Futebol entre 05/05/88 e 30/04/1990
Conselheiro eleito entre 07/04/1990 e 30/04/94
Membro da comissão de adaptação ao estatuto entre 21/05/96 a 30/04/98
Conselheiro Vitalício - 13/03/96
Membro da comissão de emendas ao estatuto - 30/02/96 a 30/04/98
Membro do conselho consultivo - 27/01/99 a 30/01/2004
Membro do conselho fiscal - 29/04/00 a 19/04/02
Presidente da diretoria executiva - 20/04/2002 a 30/04/04
Reeleito presidente da diretoria executiva - 30/04/04 a 16/04/06
Diretor de planejamento e desenvolvimento- 16/05/06


São Paulo FC está de luto.
Por Marcello Lima, setorista da Rádio Jovem Pan.

O São Paulo está de Luto. Faleceu na noite deste Sábado o ex-Presidente Marcelo Portugal Gouvêa.

Marcelo lutou bravamente durante mais de um mês contra as complicações de uma operação de ponte de Safena. Seu coração São-Paulino parou de bater antes do jogo que pode dar ao seu time o inédito tricampeonato Brasileiro. Talvez por querer acompanhar o São Paulo da tribuna de Honra ao lado de ilustres São-Paulinos que lutaram durante toda a vida para tornar o clube a potencia que é hoje.

Marcelo Portugal Gouvêa sem duvida nenhuma contribuiu muito para que o São Paulo voltasse a ser respeitado mundialmente no futebol. Presidente de 2002 a 2005 conquistou o campeonato Paulista, a Libertadores e o Mundial. Será lembrado como um dos maiores presidentes da História do São Paulo FC.

Tive o prazer e a honra de desfrutar da amizade do Dr. Marcelo e guardarei na lembrança nossos bate papos sobre o futebol em geral e sobre o São Paulo.

Descanse em paz.

Grande guerreiro, grande Homem e grande São Paulino.


São Paulo de luto
Por Victor Birner, comentarista da Rádio CBN e TV Cultura.

Marcelo Portugal Gouveia, aos 70 anos, faleceu por volta das 23hs desse sábado, vítima de uma parada cardíaca.

Ele foi o melhor presidente do São Paulo que vi. Na sua administração, entre 2002 e 2006, venceu a Libertadores, o Mundial, o paulistinha e deixou tudo pronto para os brasileirões. Antes dele, de 1995 a 1998, o time sequer chegou entre os 8 finalistas do antigo brasileirão. A quarta posição, em 1999, foi a melhor depois do fim da “era Telê Santana”.

Construiu o Reffis e o CT de Cotia. Foi responsável pela atualização da hoje decantada estrutura são-paulina. A recuperação do São Paulo no cenário nacional, passa pela presidência de Marcelo Portugal Gouveia.

Antes dele, o jejum de títulos e aparições na Libertadores podia ser explicada sem problemas. Palmeiras e Corinthians contratavam os melhores. O São Paulo, apesar das vendas milionárias, não trazia ninguém. Quando gastava, Souza (ex-Corinthians, hoje no América-RN), Carlos Miguel, Sorlei e Valdir Bigodinho foram alguns dos grandes nomes escolhidos.

A mentalidade mudou com Marcelo. O departamento jurídico serve de exemplo. Do que perdia casos como o de Sandro Hiroshi, para o que compreendeu a Lei Pelé e a usou na contratação de importantes reforços.

Qual é a chance do São Paulo, hoje em dia, ser desclassificado da Libertadores por escalar um jogador que já defendeu outro time na mesma competição? Isso aconteceu com Lima, na Copa do Brasil, que vestira a camisa do Nacional do Amazonas.

Marcelo Portugal Gouveia compunha o trio-de-ferro da atual administração, ao lado de João Paulo Jesus Lopes e de Juvenal Juvêncio. Amava esportes em geral. Passava madrugadas acompanhando o que fosse transmitido.

Aos familiares e amigos, transmito o sentimento de pesar dos titulares do blog.


Marcelo Portugal Gouvêa e Rogério Ceni
Por Victor Birner.

A história que relatarei neste post aconteceu em 2004, quando o São Paulo não vencia o brasileirão fazia 13 anos, e acabara de voltar a Libertadores após 9 anos ausente.

O então presidente são-paulino, no fim do primeiro mandato, não havia conquistado ainda os título importantes. Ele investira na modernização da estrutura, contratara Lugano, todavia não tinha ganho nada relevante.

Márcio Aranha, importante para a reeleição de Marcelo Portugal Gouveia, trocou a situação pela oposição, e aumentou a incerteza da continuidade de MPG.

No final de fevereiro, pouco antes da derrota por 3×0 para a LDU, na primeira fase da Libertadores, em Quito, por 3×0, o presidente chamou Rogério Ceni para renovar o contrato.

O goleiro leu o documento e se assustou. Meio sem jeito, falou: “presidente, acho que tem algo errado ma multa”. E Marcelo Portugal Gouveia respondeu:

“Não, filho. Vou te explicar. Não sei se ganho a próxima eleição. Se o pessoal do Paulo Amaral voltar, é capaz de mandar você embora, de não renovar seu contrato. Com essa multa fica inviável que alguém te contrate e que eles te mandem embora”

Rogério ficou emocionado. Assinou o contrato chorando.

A rescisão contratual, estipulada em dólares norte-americanos, se convertida em reais, era de cerca de R$ 100 milhões.

Ano seguinte, em 2005, o resultado do trabalho de Marcelo Portugal Gouveia apareceu. Lembro que até a data da renovação, Rogério Ceni só tinha participado de uma grande conquista, na reserva de Zetti, em 1993, no bicampeonato mundial, contra o Milan. No mais, conquistara os estaduais de 1998 e 2000, o fraco super-paulistão em 2002, além do Torneio Rio-São Paulo em 2001 e da Copa Conmebol em 1994.

Depois do novo acerto, levantou outro estadual, dois brasileirões, a libertadores e o mundial.

Um pouco sobre Marcelo Portugal Gouvêa
Por Emerson Gonçalves, para o Um Olhar Crônico Esportivo.

Muito já foi dito no decorrer desse domingo e nos jornais dessa manhã de segunda-feira sobre Marcelo Portugal Gouvêa. Nunca será o bastante para se ter a real dimensão do que foi e do que representou para sua família e para o São Paulo, que também era sua família. Uma família exigente em tempo, atenção, dedicação.

Enquanto voltava para São Paulo na manhã desse domingo que começou triste, pensava no dirigente, a quem já conhecia pela imprensa desde a posse como presidente, e pensava na pessoa, que conheci em 2004.


Marcelo primava pela educação e gentileza, sempre, dando importância e atenção a todos. Sua gestão à frente do São Paulo foi, para mim, a síntese do que deve ser a administração de um clube que tem no futebol sua razão de ser, apoiado na democracia interna e no trabalho em equipe, em que a paixão não é inimiga da razão.

Na prática, ele foi o primeiro dirigente a perceber a nova dimensão que tomava o futebol brasileiro com o fim do malfadado e anacrônico “passe” e a plena vigência da Lei Pelé. Graças a isso, o São Paulo saiu na frente e apontou os caminhos que começavam a ser trilhados na Europa e hoje fazem parte da rotina de nosso futebol, mas ainda mal compreendidos e pior executados por muitos clubes.

Ao contratar Ricardinho, em 2002, ele disse que aquela era a última grande transação daquele tipo em nosso futebol.

Dito e feito.

O futebol era sua paixão e o time de 2002 correspondeu a ela durante toda a fase classificatória do Campeonato Brasileiro, voando em campo com Kaká, Simplício e Julio Batista, além de Rogério Ceni, crias da base tricolor, e mais Luiz Fabiano, Reinaldo e Ricardinho, conquistando uma série de dez vitórias seguidas.

Mas o futebol é o que é e aquele time fantástico não conquistou o Brasileiro. Foi, também, o começo de uma era em nosso futebol. No ano seguinte, com uma nova filosofia colocada em prática, o clube voltou, depois de dez anos, a disputar a Copa Libertadores de América, paixão maior de todo torcedor do São Paulo. No retorno, uma campanha excelente, chegando à semi-final e perdendo para o desconhecido Once Caldas, que viria, em seguida, a conquistar o título derrotando o poderoso Boca Juniors. Desconhecido, sim, mas muito competente.

Novamente classificado para a Libertadores, 2005 foi o grande ano da história recente do São Paulo. Mesmo com uma mudança de técnico no meio da disputa da Libertadores, o time conquistou o campeonato e, no final do ano, tornou-se campeão mundial do novo campeonato instituído pela FIFA, em sua primeira disputa nos novos moldes, fechando um ano brilhante que começara com a conquista do Campeonato Paulista.

Em campo, um time formado em parte dentro da nova realidade do futebol brasileiro.


Em 2003 Marcelo foi para o Uruguai e lá contratou um jovem zagueiro, promissor, mas desconhecido, Diego Lugano. O então treinador não gostou muito e referia-se a ele como o “jogador do presidente”. O treinador pouco durou e pouco é lembrado hoje, mas o “jogador do presidente” tornou-se um dos maiores ídolos da história recente do São Paulo, ao lado de Rogério Ceni.

O outro “jogador do presidente” foi o melhor jogador de futsal do mundo, Falcão, que teve poucas chances de mostrar seu valor e adaptar-se para valer ao futebol, sendo pouco utilizado pelo treinador da época. Que teve seu trabalho respeitado pelo presidente.

Ao mesmo tempo que cuidava do time de futebol, levando-o a grandes conquistas, sua gestão foi marcada pela inauguração do REFFIS, considerado uma referência mundial em recuperação de atletas lesionados, e no futuro do clube, com a inauguração do Centro de Formação de Atletas Laudo Natel, em Cotia.


Em sua gestão, a área social do clube foi revitalizada e estruturada, iniciando um processo que transformou-a em centro gerador de receitas e não só de despesas, um caso quase único no universo dos clubes brasileiros.

O torcedor Marcelo nunca esqueceu os jogadores que levaram, no decorrer de sua história, a ser o São Paulo o que é. Uma de suas “menina dos olhos” era o Encontro de Ex-Jogadores, uma festa bonita, no CCT da Barra Funda, reunindo atletas de diferentes épocas, ídolos de outros tempos, outras conquistas, ou de tempos difíceis, durante os quais o clube investia em seu futuro, construindo o Morumbi.

Sua alma de torcedor levava-o a fazer pequenas “loucuras”, que contava sorridente, como despertar à uma da manhã para ver um jogo de vôlei feminino da seleção dirigida por Zé Roberto Guimarães, dormir um pouco e acordar novamente às cinco para acompanhar a seleção de futebol sub 15 ou sub 17.

Há algum tempo, conversando com o amigo e são-paulino Damião, ele contou-me um episódio com o presidente do São Paulo que marcou-o. Enquanto voltava para São Paulo, numa Anhanguera com vans, ônibus e carros lotados, levando torcedores e suas bandeiras para o jogo contra o Fluminense, liguei para Damião e pedi-lhe para relatar esse episódio. Há outros, mas ficarei com esse, que retrata bem um pouco do Presidente Marcelo Portugal Gouvêa:

“Emerson, pouco sabia sobre Marcelo Portugal Gouvêa antes dele assumir a presidência do Tricolor. Mas na sua passagem pela presidência, tenho uma experiência pessoal que me deu noção de quem foi MPG, como era carinhosamente tratado pela torcida, na direção do nosso São Paulo e do tamanho do seu nível de atenção com as nossas coisas, o qual relato a seguir.

Quando da venda de Cicinho para o Real Madrid, em agosto de 2005, eu, torcedor do Tricolor e advogado por profissão, por vício do ofício, me preocupei que tal venda não fosse, efetivamente, uma manobra da então atuante MSI, para adquirir nosso craque de forma indireta. Diante disto, resolvi externar minha preocupação ao Tricolor, na figura do presidente e enviei um fax para seu gabinete no clube, inclusive sugerindo que fossem adotadas providências jurídicas para que se evitasse uma possível operação triangular.

Pensando ter cumprido meu dever, dei tal assunto por encerrado.

Qual não foi minha surpresa ao receber um telefonema do próprio Marcelo, quando ele teve a oportunidade de esclarecer para mim todos os pontos da negociação. Travamos uma agradabilíssima conversa na qual ele pôde me relatar os meandros dos problemas que enfrentava na direção do clube e as ações que estava implantando.

Eu que, por observação e por informações indiretas - inclusive de integrantes da própria oposição do clube - já estava formando uma impressão positiva em relação ao MPG, depois deste inusitado contato com ele, passei a ser um admirador seu.

Que o bom Deus reserve um lugar na 'Tribuna de Honra' do céu, para que logo mais, se o destino assim nos permitir, o Tricolor possa alcançar a glória do primeiro Tricampeonato da sua história e da história do campeonato brasileiro, e oferecer para o nosso eterno "Trisidente Mundial", conforme gosto de tratá-lo carinhosamente.”

Ontem, por ser o futebol o esporte maravilhoso que é, o São Paulo não conquistou o Tri-Campeonato tão ansiado. Quem sabe para não entristecer Mestre Telê, pois a vitória de um Tricolor sobre o outro iria fazer isto. Quem sabe se lá na “Tribuna de Honra” celestial eles todos reunidos não resolveram nos dar mais uma semana de emoção, até o próximo domingo?

Estou certo que o time conquistará em campo mais esse título para o “Trisidente” Marcelo, justo e merecido. Muito merecido, pois durante esses anos ele permaneceu na direção do clube, como seu diretor de planejamento, trabalhando, como sempre, pela família Tricolor.

Descanse em paz, Marcelo.


Resgate do Passado
Marcelo Portugal Gouvêa é o novo presidente
Globonews e Diário de São Paulo.

SÃO PAULO - Em eleição realizada na tarde deste sábado no Morumbi, foi eleito o novo presidente do São Paulo para os próximos dois anos. Em uma votação apertada, o Conselho Deliberativo elegeu Marcelo Portugal Gouvêa com 118 votos, dois a mais que Paulo Amaral, que estava à frente do clube.

- A emoção é enorme e eu já cheguei às lágrimas com um telefonema que recebi da minha mãe, acamada e com noventa e quatro anos de idade. Mas controlando a emoção, em primeiro lugar eu gostaria de agradecer a todos que confiaram em mim e me deram o voto. A partir de hoje o São Paulo irá mudar, será um novo clube.

Gouvêa disse também que Kaká não sairá do clube. O meia interessa ao Real Madri e já foi sondado por clubes italianos, como o Milan.

- Ele vai ficar. Farei todos os esforços possíveis para isso. Não só pelo atleta e revelação do clube Kaká, mas pela figura humama, pelo grande garoto que ele é.

O ex-jogador e ídolo da torcida são-paulina Raí pode ser convidado para ocupar um cargo de diretoria, cuidando provavelmente das divisões de base. Cilinho, ex-treinador do clube, é outro nome que agrada ao novo presidente. Apesar de não confirmar, o atual técnico Nelsinho Baptista deverá ser dispensado ao fim da Copa do Brasil e do Torneio Rio-São Paulo.

- Nunca conversei com o Nelsinho, não o conheço pessoalmente. Até o fim dos próximos torneios ele está mantido, mas a palavra prestigiado não existe no meu vocabulário. No mais, não posso falar em novo treinador enquanto não escolher meu diretor de futebol - disse Gouvêa, confirmando que José Dias não ficará no clube.

A oposição também elegeu o presidente do Conselho Deliberativo, Luiz Cássio dos Santos Werneck, e o presidente do Conselho Fiscal, Edison Richelmo Zago. Gouvêa afirmou que ainda não convidou ninguém para ocupar cargos. Mas é certo que antigos cardeais voltam a dar as cartas no clube, como os ex-presidentes Juvenal Juvêncio e Carlos Miguel Aidar e os ex-diretores de futebol Kalef João Francisco e Márcio Aranha, o novo vice-presidente.

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A notas de falecimento dos ditos sites esportivos especializados foram tão frias que me recuso as salvaguardá-las aqui.

sábado, 11 de outubro de 2008

Placa por partida em Luque

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Placa, simbolo de cortesia e de reconhecimento da importância do fato, recebida pelo São Paulo junto ao Club Sportivo Luqueño, do Paraguai.


Veja também a Ficha da Partida.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Homenagem a Aloísio

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Rogério Ceni, após saída do atacante Aloísio para o futebol do Qatar, presta homenagem ao amigo entrando em campo com sua camisa no jogo contra o Santos (0 x 0, 31/08/2008).

Créditos da Imagem: Vipcomm.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Camisa Imperador X

Homenagem a Adriano em sua despedida do clube, onde sua camisa 10 tomou forma em número romano junto ao nome Imperador. Convenhamos, uma ótima jogada de marketing.

Créditos da imagem: Blog do Torcedor.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Camisa 22 Telê Eterno

(imagem do Acervo Tricolor e do flog listado, em verdade a vi na SãoPauliNa RP)

Segundo o Jornal Lance!:

"...Cada jogador estará vestindo uma camisa preta, com listras tradicionais do clube no peito (como o uniforme do Rogério Ceni). Na parte de trás estará escrito 'Telê Eterno' e em cada camisa terá o número 22, representando os títulos do técnico no Sampa. Depois, cada atleta irá autografar a camisa, que será enviada à esposa do Telê, Ivonete. O dinheiro arrecadado com as camisas será revertido para uma instituição em Itabirito (MG), cidade onde Telê nasceu."

Segundo a Folha Online:

São Paulo usa camisa em homenagem a Telê Santana

"A diretoria do São Paulo anunciou nesta sexta que vai fazer uma homenagem ao ex-treinador Telê Santana, que morreu no último dia 21, na cidade de Belo Horizonte, devido a falência múltipla dos órgãos.

Antes do início da partida contra o Santa Cruz, neste sábado, às 18h10, no estádio do Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro, os jogadores são-paulinos entrarão em campo usando camisa preta com o número 22 nas costas, alusivo aos vinte e dois títulos conquistados pelo ex-treinador no comando do São Paulo.

Além disso, a camisa terá a frase "Telê Eterno" nas costas.

As camisas serão autografadas pelo elenco e doadas a uma instituição que Telê Santana ajudava em Itabirito (MG), sua cidade natal".

Sobre o jogo abençado por Telê:

29 de Abril de 2006.

SÃO PAULO - Com uma atuação fulminante nos primeiros minutos do segundo tempo, o São Paulo goleou o Santa Cruz por 4 a 0 neste sábado, no Morumbi, e assumiu momentaneamente a liderança do Campeonato Brasileiro com seis pontos. A equipe tem a mesma pontuação que o Fluminense, que perde no saldo de gols e enfrenta o Vasco neste domingo, no Maracanã. O Santa Cruz caiu para a penúltima colocação com apenas um ponto ganho.

Na próxima rodada, domingo, o Tricolor disputa o clássico contra o Corinthians. Antes, a equipe enfrenta o Palmeiras, quarta-feira, no Morumbi, pela Taça Libertadores. O Santa Cruz volta a jogar no sábado contra a Ponte Preta pelo Brasileirão.

Antes da partida, o clube fez mais uma homenagem a Telê Santana, que morreu na sexta-feira passada, dia 21 de abril. Os jogadores entraram com uma camisa 22, alusão ao número de títulos que o treinador conquistou pelo time, além da inscrição Telê Eterno acima do número.

Dois tempos distintos

Nos primeiros 45 minutos, o São Paulo foi um time sonolento. Sem Thiago, machucado, a equipe pouco ameaçou o gol defendido por Gilmar. O Santa Cruz também limitou-se a tentar marcar o adversário e o goleiro Rogério Ceni só participou da partida em duas cobranças erradas de falta.

No intervalo, Muricy Ramalho tirou Alex Dias, o substituto de Thiago, e colocou Leandro. E o espírito do Tricolor foi outro. Logo aos três minutos, Souza cruzou da direita, Aloísio fez o pivô e ajeitou para Danilo, que chutou colocado e abriu o placar.

Dois minutos depois, o volante Mineiro arriscou da intermediária e acertou o canto direito do goleiro Gilmar: Tricolor 2 a 0. Com 15 minutos, outro belo gol. Leandro aproveitou rebote na entrada da área e soltou a bomba para fazer o terceiro.

Aos 30 minutos, na terceira tentativa, o goleiro Rogério Ceni fez o quarto gol em uma bela cobrança de falta. Na arquibancada, a torcida fez a festa e mais uma homenagem ao ex-treinador, gritando o nome de Telê.

SÃO PAULO 4 X 0 SANTA CRUZ

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP).
Árbitro: Domingo de Jesus Viana Filho (PA).

Cartões amarelos: Osmar (SAN), Fernando Miguel (SAN), Val Baiano (SAN), Josué (SAO), Aloísio (SAO), Valença (SAN)
Cartões vermelhos: Júnior Maranhão (SAN)
Gols: Danilo, aos três, Mineiro, aos cinco, Leandro, aos 15, Rogério Ceni, aos 30 minutos do segundo tempo.

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Fabão, André Dias e Lugano; Souza, Mineiro, Josué, Danilo (Lenílson) e Júnior (Fábio Santos); Alex Dias (Leandro) e Aloísio.
Técnico: Muricy Ramalho.

SANTA CRUZ
Gilmar; Osmar, Adriano, Valença e Xavier; Júnior Maranhão, Fernando Miguel (Fernando Pilar), Zada e Rosembrick (Alex Oliveira); Carlinhos Bala e Val Baiano (Thiago Gentil).
Técnico: Giba.



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