SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

CNPJ/MF nº 60.517.984/0001-04
Fundação: 25 de janeiro de 1930
Apelidos: O Mais Querido, Clube da Fé, SPFC, Tricolor Paulista.
Esquadrão de Aço (30-35), Tigres da Floresta (30-35), Rolo Compressor (38-39, 43-49), Tricolor do Canindé (44-56), Rei da Brasilidade (50-60), Tricolor do Morumbi (60-), Máquina Tricolor (80/81), Tricolaço (80/81), Menudos do Morumbi (85-89), Máquina Mortífera (92/93), Expressinho Tricolor (94), Time de Guerreiros (2005), Soberano (2008), Jason (08-09), Exército da Salvação (2017), O Mais Popular (2023), Campeão de Tudo (2024).
Mascote: São Paulo, o santo.
Lema: Pro São Paulo FC Fiant Eximia (Em prol do São Paulo FC façam o melhor).
Endereço: Pr. Roberto Gomes Pedrosa, 1. Morumbi; São Paulo - SP. CEP: 05653-070.
Site Oficial: www.saopaulofc.net
E-mail: site@saopaulofc.net
Telefone: (55-0xx11) 3749-8000. Fax: 3742-7272.
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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Showroom


Desculpem a péssima resolução, é do meu celular. Somente para ilustrar mesmo.

O Showroom do departamento de marketing se encontra no 2º pavimento do Morumbi, o piso administrativo, entre a presidência e o departamento de comunicação. Uma espécie de mostruário com tudo o que foi criado ou licenciado pelo departamento.

Não é aberto ao público, se não me engano, nem no Morumbi Tour.

sábado, 19 de junho de 2010

A história de uma paixão em três cores

The history of a passion in three colors


O produto, uma caixa com folders informativos sobre os principais projetos institucionais do clube, além de um breve histórico, é um brinde promocional criado pelo Marketing, não comercializado.















sábado, 29 de maio de 2010

Disk-Prêmios São Paulo FC


(via @neobronzati)

Comercial do Disk-Prêmios São Paulo FC de Natal que foi ao ar na Rede Globo em dezembro de 1994.

Alguém lembra? Maiores detalhes? Particularmente eu nem...

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Marketing no exterior

Photobucket Photobucket Photobucket

Propagandas de produtos do São Paulo FC, linha Penalty, divulgadas nas revistas japonesas Soccer Digest e Striker de janeiro de 1993.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Fim da parceria com a LG Electronics

Chega ao fim a parceria do São Paulo Futebol Clube com a LG Electronics

SPFC - 15/1/2010

Carta de agradecimento enviada à LG Electronics:

À
LG Electronics

O São Paulo Futebol Clube oferece seus mais sinceros agradecimentos à LG Electronics pela longeva e bem sucedida parceria que chega ao fim nesta sexta-feira, 15 de janeiro de 2010.

Iniciada em abril de 2001, a relação de patrocínio entre São Paulo Futebol Clube e LG Electronics configurou-se, certamente, num dos mais bem sucedidos cases de marketing do futebol nacional nas últimas décadas. Sem exagero, tal afirmação encontra total respaldo nos resultados mercadológicos e esportivos de ambas as instituições durante a extensa duração da parceria.

Foi ao lado da LG que o São Paulo alcançou os resultados mais expressivos do futebol brasileiro na última década. Fazem parte das conquistas da parceria o Tricampeonato Mundial e da Libertadores da América, ambos em 2005, o TriHexacampeonato Brasileiro, em 2006, 2007 e 2008, além das vitórias no Supercampeonato Paulista de 2002, no Campeonato Paulista de 2005 e em importantes resultados das categorias de base.

O São Paulo Futebol Clube está certo de que para a LG Electronics a parceria com o São Paulo também rendeu expressivos resultados em exposição de imagem, ajudando sobremaneira à consolidação da marca LG como uma das mais conhecidas do Brasil e líder de mercado no seu segmento.

Estejam certos de que a LG deixa um legado sólido no sentimento do torcedor são-paulino, que por muitos e muitos anos vinculará grandes conquistas do Clube a esta marca de renome mundial.

SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

São Paulo Indy 300



Destaque para o SPFC, próximo ao final, no vídeo publicitário da cidade de São Paulo para a São Paulo Indy 300, prova de corrida de rua, apresentado nos EUA em lançamento da temporada 2010 da Indycar Series.

p.s. Então está em inglês né. Mas o vídeo é auto-explicativo.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Marca estimada em R$ 552 milhões

Marcas que valem uma fortuna

Valor de Flamengo, Corinthians e São Paulo, os mais poderosos do País, segundo estudo, ultrapassa R$ 500 milhões

Anelso Paixão - 27/12/2009 para O Estado de São Paulo.

Que o futebol é paixão nacional nunca ninguém duvidou. Que é um ótimo negócio muita gente já descobriu. Mas que o nome dos clubes representa uma fortuna, isso poucos haviam levado a sério. Agora, um estudo da empresa Crowe Horwath RCS mostra que a marca de cada um tem muito valor no mercado.

Flamengo e Corinthians, donos das maiores torcidas do País, e São Paulo, proprietário do maior estádio particular, valem cada um mais de R$ 500 milhões. Em que pese a dívida milionário da maioria, o fato é que, se souberem tirar proveito de seu nome, poderão se dar bem num futuro imediato.

A comparação com os grandes clubes do mundo ainda é surreal (veja nesta página), mas é fato que os nacionais nem imaginavam que suas marcas valessem tanto. "E isso é muito importante, porque as marcas é que alavancam as empresas. Ou, num conceito simples, as marcas têm mais valor que as empresas", explica Amir Somoggi, diretor da área de esportes da Crowe Horwath RCS.

Foram utilizadas informações históricas disponíveis no mercado para mensurar a marca dos clubes, como dados financeiros, perfil e hábito dos torcedores, marketing, além de dados dos mercados nacional e local. As receitas foram consolidadas em cima de cálculos de marketing, estádio, sócios e mídia.

Esse estudo será publicado anualmente e as projeções têm dois pontos básicos, compreendidos entre 2003 e 2014 - seis anos antes e os seis próximos, até a Copa do Mundo do Brasil. Também é levado em conta o interesse do brasileiro pelo futebol. Segundo pesquisas, 67% da população acompanha a modalidade, sendo que o porcentual sobe para 82% entre os homens.

De acordo com o estudo, as receitas geradas pelos clubes brasileiros apresentaram evolução considerável, com crescimento de 115% no período de seis anos, a partir de 2003. Os recursos de transferências de atletas apresentaram taxa média de crescimento de 15% ao ano, as cotas de TV subiram 7%, a parte social e amadora aumentou 18%, os recursos de patrocínio e publicidade cresceram 20% e a bilheteria, 23%.

Ainda pelo estudo, as receitas que apresentaram maior crescimento são as associadas ao mercado, como a exploração de marketing e venda de ingressos. A receita com televisão, que evoluiu abaixo das outras fontes, deve ter melhora considerável com as vendas de pay-per-view. Já as com clube social e amador mostraram evolução surpreendente e são reflexo de projetos como o sócio-torcedor.

CENÁRIO POSITIVO

Numa projeção para o futuro, o estudo aponta que, de R$ 1,9 bilhão neste ano, as receitas geradas pelos clubes deve chegar a R$ 2,6 bilhões em 2012 e superar a casa de R$ 3 bilhões em 2014, crescimento de 69% no período. Em cenário mais otimista, com o aquecimento dos recursos com novos estádios e do mercado do futebol graças à Copa de 2014, o montante pode superar R$ 3,4 bilhões. "O desafio será ver qual clube sozinho vai atingir primeiro a marca de R$ 1 bilhão", provoca Somoggi.

A evolução no valor das marcas deve-se a vários fatores, como a ampliação das receitas com marketing, estádio, sócios e mídia, aumento do interesse de patrocinadores, maior participação do torcedor nos negócios do clube, melhora no nível da renda dos brasileiros e aquecimento da economia nacional.

OS 12 MAIORES

O levantamento tomou por base 12 clubes, considerando que representam cerca de 125 milhões de torcedores no País (90% do total), que conquistaram 90% dos títulos entre 1971 e 2009 - período que compreende o atual Campeonato Brasileiro -, que apresentaram as maiores receitas (cerca de 67%), e que levaram juntos mais de 5 milhões de pessoas aos estádios no Brasileiro deste ano, 57% do total de público nas Série A e B.

Os clubes avaliados são os quatro grandes de São Paulo (Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Santos), os quatro maiores do Rio (Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo), os dois mais tradicionais do Rio Grande do Sul (Grêmio e Internacional) e os dois mais famosos de Minas Gerais (Cruzeiro e Atlético-MG).

A liderança do ranking ficou com os quatro de maior torcida, - Flamengo, Corinthians, São Paulo e Palmeiras -, mas o estudo deixa claro que só isso não seria suficiente. Também pesaram ações praticadas por eles.

Os dados trazem curiosidades e confirmam convicções, como a de que o Flamengo conta com grande participação de diferentes Estados do País para se consolidar como maior torcida - levando-se em consideração apenas a região Sudeste, perde para o Corinthians - e que tem a maior parte de seus fãs nas classes D e E. O clube ampliou a receita graças à bilheteria, que saltou de R$ 1,5 milhão em 2003 para R$ 21,1 milhões em 2008, além de boa remuneração de ações de marketing e cotas de TV.

As constatações sobre o Corinthians surpreendem em alguns detalhes, como o fato de contar com mais concentração de torcedores de bom poder aquisitivo e diminuir porcentual nas classes D e E. O clube chega a passar o Flamengo entre pessoas com renda familiar entre 5 e 10 salários mínimos. O crescimento da receita foi de 203% com bilheteria desde 2003 e aumento de 136% com marketing.

A FORÇA DO MORUMBI

O São Paulo, terceiro colocado, chegou a esse posto graças, especialmente, ao bom aproveitamento de seu estádio, o Morumbi. Mesmo com menos torcida que Flamengo e Corinthians, a marca do clube se aproxima dos líderes graças a uma evolução de 234% com bilheteria e 93% com marketing. O estádio, aliás, pode ser um diferencial quando estiver pronto para a Copa de 2014. Pela lógica, se o clube contasse com torcida tão grande quanto as de Flamengo e Corinthians, lideraria o ranking. Assim como se pode entender que, com estádios particulares, Flamengo e Corinthians teriam vantagem maior.

O Palmeiras, que briga cabeça a cabeça com o Vasco pela quarta posição entre as torcidas - está na frente na região Sudeste, mas perde no Nordeste, Norte e Centro-Oeste -, tem a quarta marca mais valiosa e também apresenta um crescimento considerável em bilheteria: 251%. A evolução com marketing foi na casa de 79%.

O outro paulista neste estudo é o Santos, oitavo colocado, que sofre com a limitação de seu estádio para aumentar a bilheteria. Seu maior crescimento veio das receitas com marketing, 106% em seis anos.

Além do cenário positivo que o futebol vive no País pela proximidade da Copa de 2014 e das razões particulares de cada um (centenário, títulos de expressão, resgate de sua tradição), os clubes têm agora uma razão a mais para sonhar com um futuro promissor: descobriram que seu nome tem muito valor.
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Flamengo, Corinthians e São Paulo valem mais de R$ 500 milhões
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Estudo de empresa de auditoria e consultoria revelou o valor das marcas dos clubes no mercado, informa o jornal O Estado de S. Paulo; brasileiros estão bem abaixo de estrangeiros.
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Bruno Pessa, para o iG São Paulo

Os nomes dos principais clubes brasileiros representam uma fortuna. Flamengo, Corinthians e São Paulo, por exemplo, valem cada um mais de R$ 500 milhões. É o que revela estudo da empresa Crowe Horwarth RCS, cujos resultados foram publicados pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Palmeiras (R$ 420 milhões), Inter (R$ 231 milhões) e Grêmio (R$ 231 milhões) vêm logo atrás dos clubes de maior torcida (Fla e Timão) e do dono do maior estádio particular do Brasil (São Paulo, proprietário do Morumbi). Para a elaboração do estudo, foram utilizadas informações históricas disponíveis no mercado para mensurar a marca dos clubes, como dados financeiros, perfil e hábito dos torcedores, marketing e dados dos mercados nacional e local.

O estudo será publicado anualmente. As projeções têm dois pontos básicos, entre 2003 e 2014 - seis anos antes e seis anos próximos, até a Copa do Mundo no Brasil. De acordo com a pesquisa, as receitas geradas pelos clubes brasileiros evoluíram consideravelmente de 2003 para cá - o crescimento foi de 115%. Nas receitas, constam recursos de transferências de jogadores, cotas de televisão, patrocínio e publicidade, bilheteria e associados.

Bem aquém do exteriorEm comparação com as potências futebolísticas da Europa, no entanto, os valores das marcas dos clubes brasileiros ainda são modestos. Para se ter uma ideia dessa discrepância, o Lyon, 12º colocado no ranking mundial de "marcas", soma 752 milhões de reais, 184 milhões a mais que o Flamengo, melhor brasileiro na relação.

Veja tabelas com as 12 maiores marcas do futebol mundial e, na sequência, as 12 mais valiosas do futebol brasileiro (em milhões de reais):

1. Manchester United (Inglaterra) - 3.204
2. Real Madrid (Espanha) - 2.408
3. Arsenal (Inglaterra) - 2.136
4. Bayern de Munique (Alemanha) - 1.975
5. Liverpool (Inglaterra) - 1.797
6. Milan (Itália) - 1.762
7. Barcelona (Espanha) - 1.708
8. Chelsea (Inglaterra) - 1.424
9. Juventus (Itália) - 1.068
10. Schalke 04 (Alemanha) - 907
11. Tottenham (Inglaterra) - 792
12. Lyon (França) - 752

1. Flamengo (RJ) - 568
2. Corinthians (SP) - 563
3. São Paulo (SP) - 552
4. Palmeiras (SP) - 420
5. Internacional (RS) - 231
6. Grêmio (RS) - 214
7. Cruzeiro (MG) - 139
8. Santos (SP) - 135
9. Vasco (RJ) - 122
10. Fluminense (RJ) - 109
11. Botafogo (RJ) - 97
12. Atlético (MG) - 92

terça-feira, 28 de julho de 2009

Marketing não é só lançar camisas com jargões

Para perceberem o que é um executivo de marketing de verdade...

Assédio até fora de campo

Por Marcelo Onaga, para a Revista Exame | 23/07/2009

Depois de contratar por valores estratosféricos atacantes, zagueiros e técnicos brasileiros, os clubes europeus agora se voltam para executivos brasileiros. O Liverpool, um dos maiores clubes da Inglaterra, convidou o vice-presidente de marketing do São Paulo e diretor de estratégia da Rede Record, Julio Casares, para participar do processo de seleção que escolherá seu novo presidente. Casares foi o único latino-americano a fazer parte da lista de cinco nomes proposta pela consultoria de recrutamento Odgers Berndtson. Mas recusou. Sondado também pelo SBT, Casares renovou por mais quatro anos com a Record.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

In-Plane Switching

In-Plane Switching é a marca estampada nas mangas de camisa do São Paulo nos últimos três jogos (Pela primeira vez usada contra o Santo André, no Campeonato Brasileiro). Pouco foi divulgado acerca desta tecnologia desenvolvida pela Hitachi e adotada também por Philips e LG - O que explica o porquê de sua utilização em um espaço controlado pela empresa coreana.


O In-Plane Switching, ou IPS, é o que há de mais avançado para visualização de monitores LCD em quaisquer ângulos, superando as tecnologias de VA (Vertically Aligned - que já possui bom ângulo de visão) e o TN (Twisted Neumatic - de uso mais comum e pouco funcional).

A tecnologia faz parte da empresa LG Display, braço da LG Group e "irmã" da LG Eletronics que já estampa o peito da camisa tricolor.

Só para esclarecer a quem estivesse curioso.



No dia 6 de julho de 2009 o acordo foi oficilizado pelo clube após o mesmo já ter sido utilizado em cinco ocasiões, com valores aproximados de 3 milhões até janeiro de 2010. No total a LG Group rende ao São Paulo, cerca de 20 milhões de reais por ano.

O São Paulo já estava em negociação com o grupo coreano havia 4 meses, porém só fechou agora por conta de divergências no tamanho do logotipo, pois o clube entende que um logotipo maior polui em demasia a camisa e acaba denegrindo o manto tricolor.


Obrigado ao Pierre e a Ná que me auxiliaram sobre.
p.s. O logo desenhado é uma tentativa aproximada do real

sexta-feira, 29 de maio de 2009

São Paulo nos Estados Unidos

Pena que a segunda parte do projeto (ter uma filial nos Estados Unidos, como o Chivas USA) não deu certo...


Scans da Revista Tricolor, #4, de 1981 por Luiz Felipe Sales

Talvez por causa da extinção do Tampa Bay Rowdies em 1984...

Porém, a excursão citada ocorreu como prevista. Foi a Sunshine International Series de 1982 (Também conhecida como Torneio de Verão de Tampa), realizada na Flórida e que teve como campeão o São Paulo FC.

24.07.1982 Sunshine International Series 1982
Fort Lauderdale (Estados Unidos) Lockhart
Fort Lauderdale STRIKERS (Estados Unidos) 1 X 2 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)
Waldir Peres; Getúlio, Oscar, Gassem e Edel (Nelsinho); Almir, Éverton e Jaiminho; Paulo César, Renato e Mário Sergio.
Técnico José Poy
Gols: Renato(2)
Árbitro: Manuel Ortiz (México)
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido

28.07.1982 Sunshine International Series 1982
Tampa (Estados Unidos) Tampa
Tampa Bay ROWDIES (Estados Unidos) 2 X 3 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)
Waldir Peres; Getúlio, Oscar, Gassem e Edel; Almir, Éverton (Heriberto) e Jaiminho; Paulo César, Renato (Sávio) e Mário Sergio.
Técnico José Poy
Gols: Éverton; Paulo César e Perry Van der Beck (gol contra)
Árbitro Desconhecido
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido

31.07.1982 Sunshine International Series 1982
Tampa (Estados Unidos) Tampa
IPSWICH TOWN Football Club (Inglaterra) 0 X 1 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)
Waldir Peres; Getúlio, Oscar, Gassem e Edel; Almir, Éverton (Heriberto) e Jaiminho; Paulo César, Renato (Sávio) e Mário Sergio.
Técnico José Poy
Gols: Jaiminho
Árbitro: David Socha (Estados Unidos)
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público: 20000

sábado, 2 de maio de 2009

Conectividade e interatividade Tricolor

O São Paulo vem prestando mais atenção à internet e à interatividade com seu torcedor que frequenta esse meio. Só nos últimos meses já adotou, de modo oficial, o uso de duas mídias muito populares na web: Youtube e Twitter.

O primeiro, chamado São Paulo FC TV, surgiu ao fim do ano passado (novembro, especificamente), com a iminência do Hexacampeonato Brasileiro. Disponibiliza vídeos institucionais e também entrevistas de seus atletas, técnico e dirigentes. Já conta com mais de mil assinantes cadastrados - sem contar os que frequentam sem identificação.

O segundo, o Twitter - uma rede de micro-blog por assinatura em comunidades - acaba de ser "inaugurado", sendo uma maneira prática, dinâmica, de se inteirar das novidades ocorridas dentro do clube. Limitado por 140 caracteres por mensagens, são sempre, por assim dizer, pitacos sobre novidades.

Além de proporcionar aos torcedores maior comodidade, é uma ótima campanha de marketing gratuito, com ampla margem a ainda ser utilizada. Por isso, não duvidem que logo mais o SPFC avance ainda mais no território cibernético.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Discos de Platina


A informação é da Revista Fut!, do Lance!, edição nº 4 (março de 2009):

DVD do Tetra - 68 mil cópias vendidas.
DVD do Penta - 65 mil cópias vendidas.

Com essa "tiragem", o São Paulo arrecadou 4 milhões de reais, ao todo.

Ambas produções, de acordo com a ABPD (Associação Brasileira de Produtores de Disco) foram condecoradas com o Disco de Platina, por superarem a casa das 50 mil cópias.

(imagens meramente ilustrativas)

A meta para o DVD do Hexa é de 80 mil cópias (com mais 20 mil atingiria o patamar do Disco de Platina Duplo. Tanto o marco de 150 mil: Disco de Platina Triplo; quanto o de 250 mil: Disco de Diamante; parecem no momento inalcançáveis).

Por essas e outras, diga não à pirataria - ao menos aos produtos do seu clube de paixão -, vale a pena.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Pay-per-View e Receita de TV 2009

Pesquisa de assinantes de Pay-per-View, institutos IBOPE e Datafolha.

P. Clube Média IBOPE Datafolha
Flamengo 13,84 13,14 14,53
Corinthians 9,77 10,25 9,29
São Paulo 9,21 8,44 9,98
Palmeiras 8,23 8,24 8,21
Grêmio 8,17 7,75 8,58
Internacional 6,87 7,00 6,74
Cruzeiro 6,56 6,87 6,25
Vasco da Gama 6,46 6,45 6,47
Atlético Mineiro 5,94 6,48 5,40
10º Fluminense 5,55 5,45 5,65
11º Botafogo 4,67 5,50 3,84
12º Santos 2,42 2,26 2,57
13º Atlético Paranaense 1,59 1,29 1,88
14º Figueirense 1,42 1,36 1,48
15º Coritiba 1,41 1,65 1,17
16º Sport 1,21 1,14 1,27
17º Vitória 1,05 1,03 1,06
18º Bahia 0,93 1,09 0,77
19º Náutico 0,70 0,69 0,70
20º Goiás 0,68 0,78 0,58
21º Avaí 0,68 0,64 0,71
22º Paraná 0,55 0,53 0,56
23º América Mineiro 0,51 0,33 0,68
24º Santa Cruz 0,38 0,43 0,32
25º Vila Nova 0,35 0,36 0,34

Outros 0,90 0,88 1,00

Total Geral 100,0 100,0 100,0


Cotas de TV, fixas e por rendimento no PPV:

Clubes Cota 2009 PPV 2009 % Pesq. Valor total
Flamengo 21.000.000 15.224.000 13,84 36.224.000
Corinthians 21.000.000 10.747.000 9,77 31.747.000
São Paulo 21.000.000 10.131.000 9,21 31.131.000
Palmeiras 21.000.000 9.053.000 8,23 30.053.000
Santos 18.000.000 2.662.000 2,42 20.662.000
Vasco 10.500.000 7.106.000 6,46 17.606.000
Subtotal 112.500.000 54.923.000 49,93 167.423.000
Grêmio 15.000.000 8.987.000 8,17 23.987.000
Internacional 15.000.000 7.557.000 6,87 22.557.000
Cruzeiro 15.000.000 7.216.000 6,56 22.216.000
Atlético MG 15.000.000 6.534.000 5,94 21.534.000
Fluminense 15.000.000 6.105.000 5,55 21.105.000
Botafogo 15.000.000 5.137.000 4,67 20.137.000
Subtotal 90.000.000 41.536.000 37,76 131.536.000
Atlético PR 11.000.000 1.991.000 1,81 12.991.000
Coritiba 11.000.000 1.650.000 1,50 12.650.000
Goiás 11.000.000 1.650.000 1,50 12.650.000
Sport 11.000.000 1.650.000 1,50 12.650.000
Vitória 11.000.000 1.650.000 1,50 12.650.000
Portuguesa 5.500.000 1.650.000 1,50 7.150.000
Bahia 3.450.000 1.650.000 1,50 5.100.000
Guarani 3.300.000 1.650.000 1,50 4.950.000
Subtotal 67.250.000 13.541.000 12,31 80.791.000
Total 269.750.000 110.000.000 100% 379.750.000

Maiores detalhes em: Olhar Crônico Esportivo I e II.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Campeão também nos negócios

Após uma conquista inédita no futebol, o São Paulo parte para sua missão mais difícil - fechar o maior patrocínio do país

Por Carolina Meyer para a Revista EXAME | 23.12.2008

Na festa da vitória que sagrou o São Paulo Futebol Clube campeão brasileiro pela sexta vez (terceira consecutiva), no dia 7 de dezembro, poucos torcedores celebraram tanto quanto o publicitário Júlio Casares. São-paulino fanático e vice-presidente de marketing do clube, Casares comemorava mais do que o título: para ele, a vitória sobre o Goiás credenciava o São Paulo a negociar o maior contrato de patrocínio da história do futebol brasileiro, objetivo que ele vem acalentando há pelo menos seis meses e que deve ser concluído nas próximas semanas. Agora, para ter seu logotipo estampado na camisa do clube, o principal patrocinador da equipe paulista terá de pagar cerca de 30 milhões de reais, o dobro do que a fabricante de eletroeletrônicos coreana LG paga atualmente ao São Paulo. Empresas como Philips, Samsung, AOC, Emirates Airlines e a própria LG estão entre os possíveis patrocinadores e, de acordo com pessoas próximas à negociação, as duas últimas são as mais fortes candidatas a ganhar o contrato. "Em termos de exposição na mídia, o São Paulo oferece hoje um retorno dez vezes maior do que o valor do investimento", diz Casares.

Tanto quanto exposição, patrocinadores de equipes esportivas como o São Paulo buscam associar suas marcas a um histórico de vitórias. Essa é a essência do marketing esportivo e é o que explica fenômenos como o patrocínio milionário a times como Milan e Barcelona ou a atletas como o golfista Tiger Woods. O São Paulo não é o time mais popular do Brasil nem o que tem o maior número de torcedores. Também não chega a ter estrelas de primeiríssima grandeza em sua equipe. Seu maior atrativo, em matéria de marketing, é justamente seu recente histórico de conquistas e o grau de profissionalismo de seus gestores. Dos 17 títulos disputados nos últimos quatro anos, o São Paulo ganhou seis, incluindo um campeonato mundial e uma Libertadores da América.

Longe de se tratar de dois eventos isolados, a conquista de um título inédito e a assinatura do maior contrato de patrocínio entre um clube brasileiro e uma empresa são, na realidade, a consagração de uma minuciosa - e audaciosa - estratégia de marketing traçada pelo próprio Casares. Quando ele chegou ao clube, em 2002, o São Paulo não diferia muito dos demais times do país. Sem uma estrutura profissionalizada para negociar seus contratos de publicidade, os acordos eram fechados com base nas relações pessoais dos dirigentes e sem nenhum tipo de planejamento. A primeira medida adotada por Casares foi unir a diretoria de futebol em torno de um objetivo: o retorno do time à Copa Libertadores da América, da qual o São Paulo estava fora havia quase uma década. A idéia era dar ao clube visibilidade internacional e, conseqüentemente, aumentar o valor das cotas de patrocínio. Com base nessa aposta, Casares buscou parceiros que tinham estratégias para os mercados interno e externo e acabou assinando contratos com Reebok e Coca-Cola. Com isso, estima-se que o valor total que o São Paulo recebe com patrocínio tenha passado de 11 milhões de reais em 2002 para mais de 30 milhões em 2008. Com mais dinheiro em caixa, o clube investiu na contratação de jogadores e na melhoria das instalações do departamento de futebol. Os resultados obtidos nos últimos anos são, em grande medida, conseqüência dessa fórmula. "Não há projeto de marketing que resista a um time que não ganha campeonatos", diz Bertie Mullin, presidente da The Aspire Group, consultoria americana especializada em marketing esportivo.

Na estratégia de Casares para transformar o São Paulo numa máquina de ganhar dinheiro - e títulos -, o estádio do Morumbi desempenha papel de destaque. Maior arena privada do país, o Morumbi passou a ser visto como uma poderosa fonte de receita, com potencial muito maior de arrecadação do que o proporcionado pelos jogos de futebol. A Reebok, uma das maiores fabricantes de material esportivo do mundo, investiu 4 milhões de reais na instalação de uma loja no estádio. Entre canetas, chaveiros, camisas e bichos de pelúcia, são quase 800 itens exclusivos do São Paulo. A Coca-Cola investiu 2,5 milhões de reais na construção de um bar temático com vista para o gramado do estádio. A idéia da direção é, até 2010, converter todo o anel inferior do Morumbi em um corredor semelhante ao de um shopping center - com cinema, churrascaria, bufê infantil e centro de convenções. "Trata- se de um modelo sem paralelo no Brasil", diz Casares. Apenas com os negócios já instalados no estádio, o clube estima fechar 2008 com um lucro de 4 milhões de reais. É pouco em relação ao que outras grandes equipes de futebol do mundo ganham com suas estruturas de marketing. Mas muito diante do histórico de grandes jogadas e maus negócios do futebol brasileiro. Até 2010, a expectativa é que o São Paulo embolse 15 milhões de reais por ano com a operação dessas lojas.

EMBORA SE TRATE DE UM CONCEITO inovador no Brasil, a idéia de transformar estádios de futebol em centros de entretenimento permanente por meio da associação com grandes marcas vem sendo adotada por clubes europeus desde o final da década de 90. Os pioneiros foram o britânico Middlesbrough e o holandês PSV. Os dois clubes se associaram a gigantes como British Telecom e Philips para a construção de bares, restaurantes e centros de convenções dentro de suas arenas - e, com isso, garantir a exposição de suas marcas a um público cativo mesmo fora dos dias de jogo. Hoje, esse conceito se espraiou por toda a Europa e o britânico Coventry Club é o melhor exemplo desse tipo de parceria. Seu novo estádio de futebol, o Rico-h (nome da empresa japonesa que patrocina o time), foi inaugurado no final de 2007, mas já desponta como referência para os acordos entre corporações e clubes de futebol. Além dos tradicionais camarotes, a arena do Coventry conta com hotel cinco estrelas com vista para o campo, academia de ginástica, espaço para feiras, supermercado e, de quebra, um cassino. "Com essa estratégia, os dois lados saem ganhando", diz Simon Chadwick, professor de estratégia de negócios do futebol da Universidade Coventry, na Inglaterra.

O estádio virou shopping

O modelo de negócios dos clubes brasileiros sempre se apoiou na venda de jogadores para equipes estrangeiras. O São Paulo talvez tenha sido um dos primeiros a descobrir que, ao se financiar também fora de campo, pode manter jogadores à altura dos times do exterior. Mas já não é o único clube brasileiro a perceber a importância dessa estratégia. O modelo "estádio- shopping", por exemplo, vem sendo perseguido por outros clubes, como Palmeiras e Coritiba, que já começaram a adaptar suas arenas para atrair grandes patrocinadores. "Os clubes brasileiros estão se dando conta do quanto suas marcas são valiosas", afirma o economista Ricardo Araújo, especialista em gestão de arenas esportivas.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Quiz para Celular


Do Site oficial.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Certifiquem-se

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Lewis Hamilton com camisa do SPFC

Piloto da Fórmula 1, novo patrocinado da Reebok, agradeceu pela camisa do tricolor com seu nome
Do Site Oficial - 3/7/2008

Apresentado oficialmente como o mais novo atleta patrocinado pela gigante esportiva Reebok, o piloto inglês Lewis Hamilton recebeu de presente da área brasileira da empresa uma camisa do São Paulo Futebol Clube em evento realizado em Amsterdam, na Holanda.

Fã de Ayrton Senna, o piloto da Mclaren agradeceu o mimo e revelou o desejo de utilizar o uniforme tricolor em uma partida de futebol em São Paulo.

"Fantástico. Isso é muito legal. Muito, muito obrigado. Espero poder usar essa camisa para jogar futebol quando for ao Brasil no final do ano", revelou um dos principais nomes da Fórmula 1.


Lewis Hamilton exibe seu presente


Piloto revelou desejo de usar camisa em pelada no Brasil

domingo, 24 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Levando a TAM às alturas


Fala por sí. Fonte: Marketing institucional: o mercado de idéias e imagens, de Gil Nuno Vaz; Editoram Thomson Learning Ibero.

Grandes Taças