Os três jogadores que mais usaram cada número de camisa de 2001 até hoje
Camisa nº...
01: Rogério Ceni, 452
1: Rogério Ceni, 906; Denis, 78; Roger, 29
2: Cicinho, 126; Jean, 120; Rafael Toloi, 97
3: Fabão, 171; André Dias, 160; Rodrigo Caio, 128
4: Rhodolfo, 139; Edcarlos, 108; Jean Narde, 106
5: Miranda, 260; Lugano, 151; Wellington, 141
6: Júnior, 198; Junior Cesar, 100; Gustavo Nery, 96
7: Jorge Wagner, 209; Mineiro, 126; Michel Bastos, 123
8: Josué, 157; Kaká, 122; PH Ganso, 77
9: Luis Fabiano, 303; Leandro, 103; França, 87
10: Danilo, 166; PH Ganso, 144; Jadson, 122
11: Alexandre Pato, 101; Reinaldo-AT, 80; Ademilson, 79
12: Fernandinho, 104; Joilson, 56; Denis, 44
13: Paulo Miranda, 138; Xandão, 77; Ramalho e Cueva, 26
14: Aloísio, 124; Alan Kardec, 98; Renato Silva, 79
15: Denilson, 199; Jean, 57; Hernanes, 56
16: Cícero, 92; Marlos, 80; Reinaldo-LE, 71
17: Osvaldo, 161; Borges, 150; Renan-VL, 50
18: Maicon-MC, 161; Hugo, 92; Rodrigo Souto, 73
19: Aloísio Boi, 71; Willian José, 66; Thiago Ribeiro, 60
20: Richarlyson, 227; Centurión, 81, Carlinhos Paraíba, 57
21: Souza, 115; Edson Silva, 57; Mena, 46
22: Bruno-LD 52; Denis, 45; Bosco, 42
23: Thiago Mendes, 147; Douglas, 132; Zé Luis, 89
24: Vélber, 19; Gabriel-LD, 4; Denis, 3
25: Dagoberto, 221; Hudson, 123; Alex Bruno, 52
26: Hernanes, 39; Auro, 20; Dória, 18
27: Maicon-ZG, 74; Luis Ricardo, 17; Auro, 16
28: Casemiro, 49; Wellington, 25; Araruna, 20
29: Casemiro, 35; Lucas Fernandes, 23; Ewandro, 22
30: Kelvin e Lucão, 30; Renan Ribeiro, 29; Luiz Eduardo, 18
31: Luiz Araújo, 49; Alex Silva e Carlinhos/PB, 17; Marcelinho/PB, 7
32: Hernanes, 18; Samuel, 8; Matues Caramelo, 5
33: Breno, 44; Luis Fabiano, André Dias e Lúcio, 11; Gomez, 6
34: Diego Tardelli, 20; Lucão, 17; Lyanco, 11
35: Boschilia, 27; Richarlyson, 17; Zé Vitor, 14
36: Denilson-VL, 10; João Schmidt, 9; Sergio Mota, 4
37: Lucas, 25; Amoroso, 23; Welliton, 15
38: Reinaldo-LE, 31; Jean, 23; Adriano-VL, 5
39: Marcinho, 19; Lucas Gaúcho, 5; Chumbinho, 3
40: Fabiano, 1
41: Thiago Ribeiro, 11; Denilson-AT, 6
42: Leandro Bonfim, 13
43: ninguém
44: Rodrigo-ZG, 20
45 a 76: ninguém
77: Ilsinho, 34
78 a 98: ninguém
99: Ricardo Oliveira, 15
SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE
CNPJ/MF nº 60.517.984/0001-04
Fundação: 25 de janeiro de 1930
Apelidos: O Mais Querido, Clube da Fé, SPFC, Tricolor Paulista.
Esquadrão de Aço (30-35), Tigres da Floresta (30-35), Rolo Compressor (38-39, 43-49), Tricolor do Canindé (44-56), Rei da Brasilidade (50-60), Tricolor do Morumbi (60-), Máquina Tricolor (80/81), Tricolaço (80/81), Menudos do Morumbi (85-89), Máquina Mortífera (92/93), Expressinho Tricolor (94), Time de Guerreiros (2005), Soberano (2008), Jason (08-09), Exército da Salvação (2017), O Mais Popular (2023), Campeão de Tudo (2024).
Mascote: São Paulo, o santo.
Lema: Pro São Paulo FC Fiant Eximia (Em prol do São Paulo FC façam o melhor).
Endereço: Pr. Roberto Gomes Pedrosa, 1. Morumbi; São Paulo - SP. CEP: 05653-070.
Site Oficial: www.saopaulofc.net
E-mail: site@saopaulofc.net
Telefone: (55-0xx11) 3749-8000. Fax: 3742-7272.
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segunda-feira, 7 de agosto de 2017
Quem mais usou cada número de camisa neste milênio
sábado, 31 de julho de 2010
O maior número de camisa da história
do SPFC.
Foto Miguel Schincariol
99, de Ricardo Oliveira, utilizado pelo atacante nas partidas do campeonato brasileiro de 2010, desde o jogo contra o Ceará, dia 31 de julho.
Anteriormente, a maior numeração alcançada havia sido a do zagueiro Válber, no campeonato paulista de 1995, com a camisa 52. Naquela temporada a numeração era fixa, e o elenco do tricolor para a primeira fase foi inscrito do nº 1 ao 30, com os aspirantes numerados em seqüência. Na segunda fase foram abertas novas inscrições, que levaram a esse montante (Wilson Gottardo, por exemplo, era o 51. Ricardo Rocha, se sua contratação tivesse sido oficializada, seria o 53).
Anteriormente, a maior numeração alcançada havia sido a do zagueiro Válber, no campeonato paulista de 1995, com a camisa 52. Naquela temporada a numeração era fixa, e o elenco do tricolor para a primeira fase foi inscrito do nº 1 ao 30, com os aspirantes numerados em seqüência. Na segunda fase foram abertas novas inscrições, que levaram a esse montante (Wilson Gottardo, por exemplo, era o 51. Ricardo Rocha, se sua contratação tivesse sido oficializada, seria o 53).
Agradecimentos a @neobronzati e @vinicius27
quinta-feira, 26 de março de 2009
Transformando 16 em 6
O amigo Edison Júnior me apresentou e enviou estas fotos:
Em suas palavras: "É uma foto de uma camisa que eu tenho mais ou menos dessa época [anos 60], que pertenceu ao nosso grande zagueiro Jurandir, em que a faixa preta está desbotada, quase no tom da foto acima [Referindo-se ao caso da Foto Curiosa].
Não se esqueçam que naquele tempo os clubes tinham que comprar seu próprio uniforme e somente em jogos importantíssimos os jogadores trocavam a camisa, acho até que tinham que reembolsar o clube depois. Eram outros tempos, usavam a camisa até acabar.
Hoje os fabricantes de uniforme oferecem fortunas para os times usarem sua marca. Jogadores trocam de camisa no intervalo. Acho que até as de treino são descartáveis (ou vendáveis).
Duas curiosidades com relação a esta camisa do Jurandir. A primeira é que meu pai trabalhava com um camarada que nos finais de semana atuava como bandeirinha. Num jogo entre São Paulo e Corinthians ele pediu a camisa ao Jurandir e presenteou meu pai com ela.
Não se esqueçam que naquele tempo os clubes tinham que comprar seu próprio uniforme e somente em jogos importantíssimos os jogadores trocavam a camisa, acho até que tinham que reembolsar o clube depois. Eram outros tempos, usavam a camisa até acabar.
Hoje os fabricantes de uniforme oferecem fortunas para os times usarem sua marca. Jogadores trocam de camisa no intervalo. Acho que até as de treino são descartáveis (ou vendáveis).
Duas curiosidades com relação a esta camisa do Jurandir. A primeira é que meu pai trabalhava com um camarada que nos finais de semana atuava como bandeirinha. Num jogo entre São Paulo e Corinthians ele pediu a camisa ao Jurandir e presenteou meu pai com ela.
Notem o desbotamento inicial na figura 1 e as marcas deixadas pelo número um na figura 2
A segunda corrobora a pobreza daqueles tempos. Jurandir utilizava a camisa número 6. Essa que eu tenho é visivelmente uma número 16 da qual foi tirado o número 1 (que era costurado na camisa), transformando-a numa número 6 meio fora de centro".
Além disso, posso destacar também - até para comprovar um fato desconhecido de muitos -, o "fornecimento" esportivo da marca Athleta, nos anos 60, como é possível ver com mais detalhes abaixo:
Além disso, posso destacar também - até para comprovar um fato desconhecido de muitos -, o "fornecimento" esportivo da marca Athleta, nos anos 60, como é possível ver com mais detalhes abaixo:
A frase "usada pelos bi-campeões mundiais" é referente a Seleção Brasileira. Mas o mais curioso é o "durabilidade garantida". Talvez por isso usavam e usavam tanto, até o máximo desgaste.
Bem diferente de hoje em dia.
Bem diferente de hoje em dia.
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